Lake Mungo

Wonderful world – Louis Armstrong

Se ela perguntar – Dilermando Reis e Jair Amorim

Rosita – Francisco Tárrega

Sueño – Francisco Tárrega

As deformações e morte das gerações por nascer

Apenas uma sugestão: ao minuto 11:26, onde se lê: “tudo está começando a travar” deverá ler-se “colapsar” em vez de “travar”.

Dez anos de cadeia para quem investigar segredos de Estado?!

Provando que retas paralelas se encontram no infinito

radiação de fundo

“Desde cedo aprendemos que retas paralelas são aquelas que não se encontram nunca. Bom, nunca é um exagero aqui – ao contrário do medo que os filósofos e matemáticos gregos alimentavam pelo infinito, com sua matemática baseada quase unicamente em geometria, a introdução da Análise Matemática moderna, logo depois da invenção do Cálculo Diferencial e Integral de Newton e Leibniz, fez com que esta abstração não numérica ganhasse destaque para resolver problemas bem terrenos.

Alguns de nós, mais tarde, descobrimos com deslumbre que sim, retas paralelas se encontram – no infinito, aliás. Bom, onde é o infinito? Só posso adiantar que o infinito não é um número, e sim uma abstração. Se tivermos certa quantidade sendo analisada em determinado problema, podemos assumir grosseiramente que o infinito é aquilo que é muito maior que qualquer destas quantidades. Isto nos permite calcular limites e obter resultados analíticos.

O meu interesse aqui é fazer uma demonstração geométrica não formal para provar que sim, retas paralelas encontram-se no infinito. Mas façamos pelo caminho inverso. (…)”