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“Nunca pensou em como todos os críticos da educação conseguiram tornar-se tão sabedores, sendo as escolas assim tão más? As críticas arrasadoras às escolas não constituem nada de novo. Não as leve a peito. Sabe melhor do que ninguém como a sua escola é boa ou má.”
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FANTÁSTICO! Vejam o vídeo abaixo.
Impressionante, não é? E agora inscrevam-se no site abaixo, o link está na imagem e vamos fazer o mesmo em Portugal dia 20 de Março 2010. Dá trabalho, mas nunca ninguém disse que mudar o mundo era coisa fácil. Encaminhem para todos os vossos contactos e… mãos à obra!
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“O que eles não sabem fazer é mentir. E é por essa razão que eles não tem lugar na sociedade civilizada. Um lobo não consegue mentir, e um cão também não. É por isso que pensamos que somos melhores do que eles.”
“Quando falo na sombra do lobo, não me refiro à sombra que o próprio lobo faz, mas às sombras que fazemos a partir da luz do lobo. E observarmo-nos a partir destas sombras é precisamente aquilo que não queremos saber sobre nós.”
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Realmente, além de existir Deus, existem pessoas fantásticas, são anjos em forma de gente. Então não é que a minha quase-esposa conseguiu um portátil com internet e, num sítio destes onde não se pode ter sequer os telemóveis ligados, apareceu com uma engenhoca daquelas só para que eu possa actualizar o blogue. Embora com a mão esquerda ainda não consiga escrever, com a direita consegui manipulando o rato, ver os mails e actualizar qualquer coisita no blogue. Na perna esquerda é que a coisa está mais complicada. O médico diz que enquanto não conseguir pedalar, para não meter na cabeça que vou nadar, primeiro o mais importante, há que estabelecer prioridades, medicação e fisioterapia, depois logo se vê. Ainda me deu o remédio para viver mais tempo, que é, não ter uma vida tão stressada. Em relação ao voltar ao trabalho, veremos. Amanhã ou depois, consoante o estrago.
Estou com comichão na careca. Será que tenho piolhos?
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“O Coleccionador” tem os ingredientes todos clássicos: uma narrativa com suspense até ao fim; um velho à moda antiga; um novo moderno que faz o convite a ela; por sua vez muito culta e, tal como eles, dados às artes. Entre gente com moral e bons valores (à moda antiga), palacetes, Paris, romance e lições de pintura, com um final realmente surpreendente, podemos ler uma “história” em meia dúzia de página. Ideal para que lê no metro, não no de Paris, que a coisa por lá é um pouco complicada.
“Love online” – “Ela percebeu que construíra a narrativa, a outra construíra um corpo.” É um bom conto para chamar a atenção, na próxima viagem de metro, para os riscos e os diferentes perigos das paixões virtuais. Entre eles contamos a solidão, portanto não leia no metro, meta conversa com as pessoas! Sorria. Um conto que contrasta com o anterior.
Se a saga da infelicidade já tinha começado no conto anterior, agora começou a morrer gente. “O sonho” é um excelente conto para continuação de “O Coleccionador”, quase que estes contos dariam para serem capítulos de um livro. Haja tempo – digo eu.
“Vira o disco e toca o mesmo” é aquela pecinha que eu gostaria de ter escrito, simples e fantástica!
No meio de tanta morte, eis que surgem frases fantásticas, rasgos de poesia: “O lugar estava deserto, sombrio, um daqueles lugares onde o sol nunca bate com medo de alumiar a realidade.”
“O 25 de Abril nunca existiu” é uma excelente retrospectiva do “nosso” passado recente, muito recente, até ontem e é um autêntico transcrever de uma conversa de programa de televisão muito bem delapidado. No meio de tanta morte, quando resolveu esticar-se no número de páginas, matou o 25 de Abril. Confuso, mas deu para perceber que se realmente existiu, não se nota nada! E então, à falta de culpado, responsabilizemos Clara Ferreira Alves pelo facto do 25 de Abril já não ter força de expressão. Para o ano a dívida externa será igual ao PIB, ou seja, já se sabe que tudo o que o país produzir num ano, será equivalente ao que temos de pagar em dívidas ao estrangeiro. 25 de Abril? Actualmente, o dinheiro do Estado, do povo, dos impostos que somos obrigados a pagar, que já foi injectado na tal loja de vender dinheiro, equivale ao suficiente para pagar a meio milhão de desempregados durante seis meses. 25 de Abril? Há dez anos que não somo aumentados acima do nível de inflação. 25 de Abril?
Leiam o livro no metro, mas não em voz alta: “Negros andrajosos encostam-se nas soleiras das portas, a roçar o corpo nas esquinas, os olhos saídos numa ameaça.”
N’ “Os dias de Durban”, mais morte. “Conversas de gajas” – o ciclo de oportunismo e ambição desmedida, a todo o custo e a todo o preço e que, no final se repete, adiando o final sucessivamente… E a “Mala de senhora” que dá nome ao livro… mais mortes. Faz-se ali um luto e tal, e depois, fica tudo na mesma.
Aguardo com curiosidade e certeza de que irá escrever um óptimo romance. Alguém lhe diga para trabalhar menos para que possa ter tempo para escrever, s.f.f..
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“As empresas entrevistam os empregados que abandonam o emprego. Por que não fazê-lo nas escolas? Quando os alunos saem da sua turma a meio do ano, pergunte-lhes o que resultou, o que não resultou, e porquê.”
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EARTH SONG by MICHAEL JACKSON (CENSURADO NOS EUA)
O vídeo é do single de maior sucesso de Michael Jackson no Reino Unido, que não foi nem “Billie Jean”, nem “Beat it”, e sim a ecológica “Earth Song”, de 1996. A letra fala de desmatamento, sobrepesca e poluição, e, por um pequeno detalhe, talvez você nunca terá a oportunidade de assistir na televisão. O Detalhe: “Earth Song” nunca foi lançada como single nos Estados Unidos, historicamente o maior poluidor do planeta. Por isso a maioria de nós nunca teve acesso ao clipe. Ou seja, o que não passa nos EUA, não passa no resto do mundo. Só mostram o que lhes interessa, e só assistimos o que eles querem. Veja, então, o que os americanos nunca mostraram de Michael Jackson. Filmado na Africa, Amazonia, Croácia e New York. Emocionante!
Agradeço o envio deste mail à minha colega prof. Luísa. Foi no Passos Manuel que desenvolvi o gosto pelos blogues. Um abraço a vocês todos.
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“Quando o tempo estiver demasiado bonito para ficar dentro de casa, não fique. Um pouco de ar fresco e sol nunca fizeram mal a uma aula.”
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