The Railway Man

Só para duros. Para homens rijos com «eles» no sítio. Uma das capacidades mais difíceis na vida de um ser humano: perdoar e por conseguinte, viver em plenitude. Uma história que até custa a acreditar ser verídica.

… e aqui está ele, Eric Lomax.

 

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Je m’appelle Bernadette

Um filme que vi sozinho e sem dogmas ou preconceitos. Assistir apenas ao filme. Aproveitar um momento de cinema. Mais uma história verídica.

… e ei-la aqui: Bernadette Soubirous.

The walk

Mais uma história verídica.

… e aqui está ele, Philippe Petit!

Nós não somos quem pensamos ser – Albert Clayton Gaulden

“Muitas seitas e líderes espirituais usam táticas de controlo para tornarem os seguidores dependentes. É perigoso e manipulador para um organização, ou para um líder, controlar a vida de outra pessoa, dizer-lhe como rezar e aquilo em que acreditar e roubar-lhe a liberdade de cometer erros pelo caminho” – página 21

“Quando bebias, incitei-te a seguires a via mais dura de regresso a Deus. O alcoolismo permitiu-te que quebrasses uma vida que não estava a funcionar contigo. Os passos que deverias dar depois de estares sóbrio haviam de te conduzir à verdadeira pessoa que nasceste para ser. O ego sugeria que mudasses das bebidas fortes para o vinho, ou que precisavas de umas férias. O ego nunca mencionou o nome de Deus. Deus e o perdão são anátemas para o ego.”  – página 41

“Mas tenho tido a maior das dificuldades em saber quem é Deus e o que espera Ele de mim. Tenho tido as mesmas dificuldades com Deus que o resto da humanidade, porque O procuramos da mesma forma: tentamos descobrir que Deus é em vez de permitirmos que Ele se revele.” – páginas 73,74

O monge urbano – Pedram Shojai

“(…) Alimentamo-nos das pessoas com quem convivemos, dos livros que lemos, dos espetáculos que vemos e dos ambientes que frequentamos. Tudo faz parte de uma inteligência universal que nos ajuda a sentirmo-nos ligados a vibrantes de vida. Tudo está vivo e imbuído de consciência.” – página 75

Reiki: A energia que restaura o equilíbrio humano – Irene Soares

“Quando não cuidamos de nós, sobretudo quando não aceitamos as dificuldades da vida e não vivemos de acordo com a nossa consciência, a nossa vitalidade vai enfraquecendo.

Tornamo-nos pessimistas e guardamos as memórias negativas do passado com mágoa, ressentimento e revolta.

Reagimos a elas com raiva e ódio, sentimo-nos vítimas do mundo e deixamos que a culpa e o medo nos destruam.

Desta forma, começam a formar-se bloqueios no nosso campo energético, que impedem o fluir normal e natural da Energia Vital.” – página 25

“(…) Efetivamente, só nos é possível influenciar o rumo da nossa vida no «aqui e agora», pois o passado já não existe e o futuro será o resultado do presente.” – página 75

Kon-Tiki

Cinema para quem gosta de um bom livro.