Um dia sonhei que voava – Taichi Yamada

IhaventdreamdEspetacular! Grande ideia. Longe da grande literatura, não deixa de ser uma leitura relaxante e curiosa. E rápida. Transcrevo a opinião do “The Guardian” porque elucida acerca do que podemos encontrar: “Yamada é mestre na narrativa do dia-a-dia [que] de súbito se desvia para um reino espiritual.” visto que se trata de uma história de um diretor de vendas japonês, que de braço dado com a depressão e gente com outras coisas afins, conhece no hospital uma mulher que… rejuvenesce. Conta (ou fica por contar) a relação de um homem de meia idade com uma mulher de quase setenta anos, depois com uma de quarenta e tal, a seguir com uma de vinte e, finalmente uma criança. Sendo sempre a mesma mulher. ‘tá muito fixe! Visto que o personagem que rejuvenesce aceleradamente, apenas o faz no físico, na mente a personagem mantém sempre o conhecimento de uma vida. A personagem tem de ocultar a verdadeira idade, todos os relacionamentos são influenciados em virtude disso e… haveria muito para explorar.

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