Fahrenheit 451 – Ray Bradbury

Fahrenheit 451“Os livros são apenas um meio de recolher, de conservar um conjunto de coisas que tememos esquecer.” página 87

“- Horas livres, sim. Mas tempo para pensar? Se não guia a cento e cinquenta à hora, uma velocidade que apenas permite pensar no perigo, faz qualquer desporto ou fica sentado numa sala onde é impossível discutir com as quatro paredes do televisor. Porquê? O televisor é real. Está presente. Tem dimensões. Ele diz-lhe o que deve pensar, uiva-lhe na cara. Ele deve ter razão. Parece ter razão. Empurra-vos com tal ritmo para as suas conclusões que o espírito não tem tempo de gritar: «É idiota».

– Apesar de tudo a «família» são «pessoas».

– Como?

– A minha mulher diz que os livros não têm «realidade».

– Valha-me Deus! O senhor pode fechá-los e dizer: «Um minuto de descanso». Representa, em relação a eles, o papel de um deus. Mas quem conseguiu já alguma vez livrar-se das garras que o apertam, uma vez ligado o televisor? (…)” – página 88

“- Milhares, pelas estradas, pelos caminhos de ferro esquecidos, vagabundos por fora, bibliotecas vivas por dentro.” – página 149

in Fahrenheit 451 de Ray Bradbury

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