Não violência (458)

gandhi

Primeiramente: é impossível manter o nosso corpo em vida sem destruir outros corpos, dentro de certos limites. Em segundo lugar: devemos todos destruir vida: a) para sustentar o nosso próprio corpo; b) para proteger aqueles de quem somos responsáveis; c) algumas vezes para esses mesmos a quem tiramos a vida. Em terceiro lugar: a) e b) constituem uma violência inevitável, c) da não violência. Em quarto lugar: um militante da não violência não cometerá a violência contida em a) e b) senão na medida em que for inevitável e necessário, depois de madura reflexão e depois de tudo ter feito para o evitar.”

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2 responses to “Não violência (458)

  1. …no campo dos sonhos, neste cosmos infinito há uma galáxia, em que tudo flui na sua existência e se desvanece como um sopro, para seguir onde desejamos, nesta continuidade onde na inexistência de predadores, as variantes são mais suaves como a harmonia do resenrolar da grandeza da natureza Mãe*…

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