O sétimo selo – José Rodrigues dos Santos

Mais uma leitura rápida e cativante! É curioso quando vejo o autor na televisão a apresentar o noticiário, só lhe falta dizer “eu já tinha avisado que isto ia ser assim” ele não o diz, mas eu penso-o, porque este livro, de uma forma romanceada acaba por revelar, elucidar sobre a situação dos combustíveis fósseis, explica muito bem explicadinho como é que funciona essa mercado “tão negro”, os meandros do petróleo, o crime e até a situação ambiental global. Num pólo que passa quase despercebido, o pólo sul, e ainda bem que passa despercebido pois o pior que lhe pode acontecer são as visitas dos humanos, é bem explicadinho o efeito do aquecimento global. Para ser mais actual não lhe falta o que nós fazemos aos nossos “velhos”. Tem todos os ingredientes para um bom filme que relacione National Geographic condimentado com ganância e crime e apimentado com romance. Impecável!

O último segredo A mão do diabo O Anjo Branco Fúria Divina A Filha do Capitão A vida num sopro A fórmula de Deus O codex 632 A ilha das trevas

O Homem de Constantinopla – Um milionário em Lisboa – A chave de Salomão – As flores de Lótus

2 responses to “O sétimo selo – José Rodrigues dos Santos

  1. excelente livro…..mas preocupante a ser verdade o que nele se revela…será verdade que estamos com um pé no vazio do abismo??…com cristo a humanidade começou a esprimentar a consciencia individual o dialogo directo com o divino……e nada de grupos seitas ou intermediarios….mas agora…, para quando a consciencia colectiva em que o teu problema é tb o meu…em que não posso lixar de poluentes o rio só pk ele nasce no meu quintal sabendo que no seu percusro passa por tanta gente…gestão partilhada…. eu tb quero poder votar nas eleições para o presidente americano. afinal a sua politica fez com que a minha poupança no ppr , desvalorizasse 13% em 3 meses….está a fazer falta uma catastrofé como deve ser para agitar as consciencias ai está está…..aquele abraço

  2. nunoanjospereira

    Com tão grande assimetria social colectiva, com tanta injustiça, com tantos tão ricos e milhões tão pobres penso que tendemos para duas consciências colectivas: 1ª “eu tudo tenho, tudo quero e tudo posso, todos escravizo para que eu me mantenha, se isto der para o torto eu safo-me!” e a 2ª “‘tadinho de mim, isto ´tá tão mau, “eles lá” dão cabo disto tudo”. O que eu mais receio é que os 2º recorram à desculpa religiosa como forma de se desresponsabilizarem pelo seu próprio bem-estar.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s